----Drums, Radio, Technology....

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Anna Calvi - Blackout



… cause the very last light is gone 
I feel something coming as I'm running down the hall
Voice is dark cause it's coming from my soul 
Should I fear you or should I just let go? 

Oh, blackout, I gotta know where you're from 
What are you trying to tell me I don't know 
Oh, blackout, now this glow has come here in the dark 
I could be anyone


...still but I feel you by my side 
But in this moment is running out of time 

Oh, blackout, I've got know where you're from 
What are you trying to tell me I don't know 
Oh, blackout, now this glow has come here in the dark 
I could be anyone

 
Oh, blackout, now this glow has come 
What are you trying to tell me I don't know 
Oh, blackout I won't tell where you're from cause here in the dark
I could be anyone, don't leave, don't leave


sábado, 19 de fevereiro de 2011

Roland TD-4KX2











O Kit de bateria digital TD-4K, actualmente o mais acessível da familia V-Drums da Roland, tem sofrido melhoramentos e actualizações anuais desde 2009. Ao consultarmos o catalogo para este ano, vemos que 2011 não vai ser excepção!
A Tarola e os toms são actualmente todos pads em Mesh; a tarola um PDX-8, os toms são PDX-6 e o terceiro tom (timbalão de chão) é igualmente um PDX-8.
Nos pratos há alterações. O crash é um CY-12C e o prato de ritmo é agora o CY-13R (de 3 vias).
Também o bombo passou a ser o mais recente pad, KD-9.
Tudo melhorias para tornar este kit TD-4KX2 mais atraente e ao mesmo tempo dar-lhe características mais aproximadas aos seus "irmãos" mais evoluídos.
  

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Gavin Harrison



Ora aqui está mais um baterista com um excelente curriculum!
Gavin Harrison foi considerado pela revista Rolling Stone, como o terceiro melhor baterista dos últimos 25 anos. Alem desta excelente nomeação, foi também considerado o "melhor baterista progressista" durante quatro anos consecutivos (2007 a 2010) pela revista Modern Drummer.
Durante o ano de 2008 tocou "lado-a-lado" com Pat Mastelotto em concertos ao vivo da banda King Crimson, mas no entanto Gavin Harrison é mais conhecido como o baterista do grupo de rock progressivo, Porcupine Tree.
Na lista de projectos onde participou, encontram-se nomes tão diversos como Eros Ramazzotti, Iggy Pop, Lisa Stansfield, Mick Karn, No-Man, Paul Young, Richard Barbieri, etc - mas o que achei mais curioso, foi o facto de em 1983 Gavin ter tocado com a banda Renaissance - já faz alguns anos que eu não via qualquer referencia a esta fantástica banda inglesa, que eu tanto gostava ouvir quando era mais jovem!
Quanto ao video... vejam que vale a pena! A execução de Gavin é fantástica!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Sensações...


São muitas as diferenças entre uma bateria acústica e uma digital. Elas manifestam-se desde o som às sensações enquanto se toca. No entanto os fabricantes dos kits digitais anunciam a "fantástica" semelhança atingida entre estes dois tipos de percussão - mas um facto inegável é que as diferenças existem!  

Bater numa peça em borracha, em forma de prato, não dá a mesma sensação do que bater numa superfície metálica de um prato acústico. O mesmo se passa com o bater num pad em borracha em relação a uma "pele" esticada de uma tarola ou de um tom - a resposta ao toque é diferente! 
A Roland na tentativa de resolver este problema criou os pads em Mesh, e sem duvida que conseguiu aproximar as sensações, pelo menos no que diz respeito às caixas (tarola, bombo, toms e timbalão). Apesar disso continua a haver quem diga que existe demasiado "rebound" comparativamente à resposta da "pele" nas caixas acústicas; e isso é significativo na execução.

Mas as tecnologias estão sempre a evoluir. Todos os dias algo de novo é inventado. Estou em crer que num futuro muito próximo, estas diferenças vão se tornar mínimas, apenas notadas por quem se dedica por completo a este instrumento.
Eu por cá continuo a tentar aproximar o meu "kit digital" à sensação de uma bateria acústica - isto sem perturbar os vizinhos - e o próximo passo será a substituição do bombo, pad KD-8 em borracha, por um KD-85 em Mesh.      
      

domingo, 30 de janeiro de 2011

cpcarelfouché



Este fim de semana, ao contrario do habitual, vai ter um segundo post... e novamente depinas! :)

depinas
- cpcarelfouché 

Rui Pina - Voz, guitarra, baixo

Mário Pina - Bateria

sábado, 29 de janeiro de 2011

da mãe d'água



depinas - da mãe d'água

Rui Pina - Guitarra, baixo
Mário Pina - Bateria

Pode ser visto no YouTube
(canal ruipina), um video com a gravação desta musica tocada em estudio.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Steve Jansen

Uma das bandas que eu mais apreciei ouvir durante o ano de 1993 foi os Japan
Foi nesse ano que uma cassete Maxell XLII-S 90 (gravada pelo meu irmão) apareceu em minha casa com os dois últimos álbuns de estúdio do grupo - "Gentlemen Take Polaroids" e "Tin Drum" - já não me recordo, ao certo, qual deles terá sido o meu favorito, mas de uma coisa tenho eu a certeza; a dita cassete tocava consecutivamente no meu leitor da Denon!
O que me fascinava na altura, nessa banda britânica, resumia-se a três aspectos: (1) o fantástico som da guitarra baixo do recentemente falecido Mick Karn, (2) a incrível voz de David Sylvian, (3) o muito bom gosto dos sons de percussão de Steve Jansen. Se bem me lembro, o som dos Japan não se parecia com nada que eu tivesse ouvido anteriormente. E no entanto a banda soava-me super bem... dai o consumo intensivo :)



Mas como não podia deixar de ser, o que na realidade originou este post é o nome de mais um excelente percussionista - Steve Jansen, nasceu em Inglaterra a 1 de Dezembro de 1959. Em 1974, formou juntamente com o seu irmão David Sylvian (voz, guitarra e teclas), Mick Karn (baixo) e Richard Barbieri (teclados) a banda de New Wave Japan. Após o fim da banda em 1982, Steve, juntamente com Richard Barbieri, gravaram sob o nome de Dolphin Brothers, onde Jansen além de tocar bateria também cantava. Mais tarde, em 1991, estes dois juntaram-se a Mick Karn para formarem uma editora chamada Medium Productions. Inicialmente esta editora tinha o fim de publicar os diversos trabalhos destes três músicos mas acabou por ficar envolvida em diversos projectos dos quais se destacam os Rain Tree Crow, Porcupine Tree e Nine Horses.
Steve Jansen trabalhou em diversos projectos de vários artistas internacionais, tanto colaborando em estúdio como ao vivo. Em Janeiro 2008 lança o seu primeiro álbum a solo - Slope.


 

sábado, 15 de janeiro de 2011

Behringer UCA222












Se existe um "must have" para quem gosta de fazer gravações de áudio caseiras, então a Behringer UCA222 é sem duvida a peça que não se pode deixar de comprar!

Trata-se de um interface que liga ao computador através da porta USB, e que é composto por uma entrada e uma saída de áudio estéreo (fichas RCA), uma saída para auscultadores (ficha 3,5mm) e uma saída de áudio óptica. Existe também um controle de ganho, um botão ON/OFF e um LED indicador de funcionamento; tudo isto numa pequena caixa vermelha, que por um preço bastante baixo, nos vai permitir desfrutar de uma melhoria, muito significativa, na qualidade de som das nossas gravações caseiras.
 

A principal razão que me levou a comprar este pequeno aparelho foi a questão da latência - inicialmente tentei resolver este problema utilizando o ASIO4ALL mas sem grandes resultados - disseram-me então que a UCA seria a solução ideal, o que na realidade se veio a confirmar.

No que diz respeito ao software que acompanha esta unidade, a Behringer apresentou uma grande melhoria em relação à antiga versão (UCA202). Enquanto a anterior trazia os softwares gratuitos Audacity e Kristal Audio Engine - nenhum deles a melhor escolha em free softwares - esta nova versão trás o software energyXT2.5 (Compact Behringer Edition) e um CD com diversos VST plug-ins, drivers ASIO, vários freewares e novamente o editor/gravador Audacity. É talvez aqui que se encontre a explicação para o preço mais elevado desta 222 em relação à 202, visto que em termos técnicos a unidade é exactamente igual!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Marco Minnemann



Já há algumas semanas que ando para fazer um post onde seja feita referencia ao baterista, compositor, produtor e multi-instrumentista, Marco Minnemann.
Minnemann nasceu na Alemanha a 24 de Dezembro de 1970 e é autor de diversos trabalhos educacionais editados em livro e em DVD. As suas diferentes experiências musicais levaram-no a tocar vários instrumentos (bateria, guitarra, baixo e teclados) e diferentes estilos de musica (jazz, rock, heavy metal e death metal). Mas é sem duvida por detrás de uma bateria que Marco atinge o virtuosismo, tocando com grandes nomes do panorama musical como:
Terry Bozzio (ex-baterista de Frank Zappa), Trey Gunn (baixista dos King Crimson), Tony Levin (baixista de Peter Gabriel), Adrian Belew, Eddie Jobson, Alex Machacek, entre muitos outros.










Deixo aqui dois vídeos onde é bem visível as qualidades de Minnemann como baterista; no primeiro em conjunto com a banda de Adrian Belew Power Trio e no segundo, juntamente com Alex Gonzalez, em uma participação num tributo a Stewart Copeland dos Police.

domingo, 2 de janeiro de 2011

V-Drums Lessons


É sempre interessante para um praticante de bateria encontrar "fontes" de aprendizagem de técnicas de percussão. Sejam elas em livros, vídeos, sites na Internet... - o importante é que sejam suficientemente esclarecedoras e cumpram correctamente a sua função; de ensinar.
Em posts anteriores referi-me a dois DVDs educacionais: Liquid Drum Theater de Mike Portnoy, e Secret Weapons for the Modern Drummer de Jojo Mayer ambos editados pela Hudson Music, como duas excelentes fontes de conceitos e técnicas de bateria. Neste meu primeiro post de 2011 vou chamar à atenção para um conjunto de vídeos, produzidos pela Roland, onde bateristas e percussionistas como Johnny Rabb, Mike Snyder, Brad Dutz, Steve Fisher e Gregg Bissonette, demonstram como técnicas rudimentares, paradiddles, grooves e ritmos diversos, podem ser executados utilizando as V-Drums.