----Drums, Radio, Technology....

sábado, 27 de novembro de 2010

Wild Beasts - This is Our Lot



Em Dezembro do ano passado escrevi num post que existe muitas bandas a comporem musicas, que embora aparentemente "simples", são na realidade excelentes demonstrações de criatividade e originalidade. Escrevi também, que em muitas dessas bandas existe um grande equilíbrio entre os diversos instrumentos, com o baterista a ser parte integrante do grupo e não figura de destaque. 
Um exemplo de uma dessas bandas é o quarteto inglês Wild Beasts, que tem dois álbuns editados pela Domino Records - "Limbo, Panto" e "Two Dancers". 
Chris Talbot, o baterista deste conjunto britânico, é o perfeito exemplo de um musico que não se destaca no grupo - aliás o mesmo se passa com os seus três colegas da banda - os seus ritmos são criativos e perfeitamente interligados com o resto dos sons da banda. Wild Beasts funciona com a harmonia de todos os seus instrumentos... mais a voz de Hayden Thorpe.

sábado, 20 de novembro de 2010

Roland TD-20KX



Senhores e Senhoras, o topo de gama da Roland V-Drums:

- A bateria TD-20KX  V-Pro Series.

Deixo aqui um video de promoção deste modelo, concebido pela própria Roland, onde o conhecido baterista Johnny Rabb faz uma análise sumária às múltiplas possibilidades que a TD-20KX oferece.

domingo, 14 de novembro de 2010

Have you ever found yourself...


01 de Novembro de 2010 @ Área 51 

João Carlos - Baixo
Rui Pina - Guitarra
Mário Pina - Bateria

sábado, 6 de novembro de 2010

Marcas de Baterias: Pearl














A marca japonesa Pearl foi fundada em 1952 por Katsumi Yanaguisawa, que desde 1946 construía suportes para instrumentos musicais em Sumida, Tokyo. Em 1950 ele decide alterar a sua produção e focar-se exclusivamente na construção de baterias. Dá o nome à sua companhia de "Pearl Industry, Lda.". No entanto em 1952 muda o nome para "Pearl Musical Instruments Company" e evolui o leque de productos para diversos instrumentos de percussão bem como acessórios relacionados.  
Em 1957 o filho mais velho de Yanaguisawa (Mitsuo) junta-se à empresa do pai e forma uma nova divisão com a função de alargar as exportações da marca para o mundo inteiro. A ideia era conseguir ter uma resposta mundial para a procura, cada vez maior, de kits de bateria para as múltiplas bandas que se formavam ao sabor da explosão do rock and roll. Para tal é construída em 1961 uma fabrica com 1400 metros quadrados, em Chiba, para a produção de baterias de baixo preço que saíram para o mercado com a marca de mais de trinta distribuidores.
Em 1966 a Pearl apresenta a sua primeira linha de baterias profissionais - a President Series.

Hoje em dia o principal "centro de produção" da marca está localizado no Taiwan, composto por cinco fabricas que produzem produtos 
Pearl para o mundo inteiro, deixando para a original fabrica em Chiba o mercado doméstico.

São muitos os nomes de bateristas que têm o seu nome associados a marca Pearl. Entre eles destaco
Daniel Erlandsson, Jimmy DeGrasso, Virgil Donati, Jon Larsen e o meu favorito Omar Hakim.

sábado, 30 de outubro de 2010

Dead Can Dance - American Dreaming



I need my conscience to keep watch over me
To protect me from myself
So i can wear honesty like a crown on my head
When i walk into the promised land

We've been too long american dreaming

And i think we all lost the way
Forlorn somnambulistic maniacal in the dark
I'm in love with an american girl
Well, she's my best friend
I love her surreptitious smile
That hides the pain within her

And we'll go dancing in the rings of laughter

And leave alone by the shores
Feel alone in the brands of rapture
And leave alone for the loss

Faith, on the lea the rising wind blows

Faith, on the lea the rising wind blows
How long? how long?

Here alone on the grounds of allegiances we've left behind

Turned back by the foot of the doorway
Never lost and found

We've been too long american dreaming

I think we've lost the heart
Forlorn somnambulistic maniacal in the dark

Faith, on the lea the rising wind blows

Faith, on the lea the rising wind blows
How long? how long?

sábado, 23 de outubro de 2010

HPD-10 Interactive Tour












O HPD-10 é o segundo membro da família HandSonic. 

Quando à anos atrás a
Roland lançou no mercado o HPD-15, este foi considerado um instrumento revolucionário! Ao contrario da maioria dos pads de percussão existentes, o primeiro membro da família HandSonic foi concebido para ser tocado com a dinâmica de instrumentos como a conga, a tabla ou um guiro. Para tal a Roland recorreu a uma nova tecnologia que incorpora um pad de borracha de 15 polegadas, dividido em diversas secções (cada qual com um som diferente), bem como sensores que conseguem determinar a localização e força das batidas. Esta evolução permite ao percussionista executar, com as mão, técnicas de mute ou controlar o pitch dos sons, tal como o faria num instrumento acústico.

São inúmeras as possibilidades inovadoras que este aparelho apresenta, que vão desde os 300 sons de países latinos, asiáticos, africanos... até à utilização de processadores de efeitos múltiplos e sequenciador incorporado.
Esta enorme palete de funcionalidades tornou o HPD-15 numa peça topo de gama, com um preço pouco acessível à maioria dos amantes da percussão, o que levou a marca nipónica a apostar num novo modelo.
O HPD-10 é um instrumento mais compacto e acessível. Utiliza a mesma tecnologia que o HPD-15 e até tem mais sons (400) que o seu irmão mais velho. No entanto é bem mais limitado em funcionalidades. O pad de borracha tem apenas 10 polegadas e numero de secções também é inferior. Não tem sequenciador interno e a possibilidade de ligações a acessórios externos também é menor.
 

Resumindo, para quem gosta deste tipo de instrumentos o que deve fazer é:
Ir a uma loja de instrumentos, experimentar este novo modelo, olhar bem para as características e reflectir se o preço mais baixo realmente compensa. 
           

sábado, 16 de outubro de 2010

Jojo Mayer



Um DVD que me foi aconselhado, faz algum tempo,  como um "must" para quem gosta de bateria é "Secret Weapons for The Modern Drummer" de Jojo Mayer. Não vou fazer hoje um post sobre esse DVD, porque além de o não ter visto por completo - são dois discos com muita informação importante - primeiro gostaria de apresentar o autor deste trabalho.
Jojo Mayer nasceu em Zurich em 1963 e desde muito novo começou a tocar bateria tendo uma formação autodidáctica do instrumento. A sua iniciação profissional começou aos 18 anos numa banda chamada Monty Alexander Group que o catapultou para o mundo do Jazz.
Mais tarde, depois de tocar com nomes como Dizzy Gillespie e Nina Simone, Jojo afastou-se do Jazz e integrou-se na cena Drum 'n' Bass.
Jojo Mayer domina diversas técnicas e métodos - muitos dos quais explica no DVD que faço aqui referencia - o que o torna um excelente executante de vários estilos de musica e ao mesmo tempo um fantástico formador para quem esteja interessado em aprender e evoluir na arte de tocar bateria.
Actualmente toca com uma banda chamada Jojo Mayer & Nerve.
 

sábado, 9 de outubro de 2010

depinas e oriente p'ra norte



Dois vídeos... a mesma soundtrack!

João Carlos - Baixo
Rui Pina - Guitarra
Mário Pina - Bateria

"v
ídeos retirados do canal de ruipina no YouTube"

sábado, 2 de outubro de 2010

Manu Katché - Keep On Trippin'



Já em anteriores posts referi que Manu Katché é desde à bastante tempo o meu baterista favorito. Confesso que prefiro ver, e ouvir, ele a executar outros géneros de musica, do que o género que ele actualmente está mais inserido. Mas como na minha opinião as capacidades deste senhor são tremendamente grandes, eu considero que vale sempre a pena dar atenção aos os novos trabalhos dele, mesmo que estes estejam englobados na área do Jazz, que não é das minhas predilectas!
Apesar disso, já há algum tempo que escutei, Neighbourhood e Playground e achei-os excelentes álbuns, muito agradáveis de ouvir, mesmo para um fraco apreciadore de Jazz, como eu!
Este ano Manu Katché saiu com um novo trabalho intitulado, Third Round, novamente com a participação do super inspirado saxofonista Jan Garbarek - faço questão de, assim que me for possível, arranjar este álbum para o escutar com a merecida atenção.
            

sábado, 25 de setembro de 2010

Knives Out



I want you to know
He's not coming back
Look into my eyes
I'm not coming back

So knives out

Catch the mouse
Don't look down
Shove it in your mouth

If you'd been a dog

They would've drowned you at birth

Look into my eyes

It's the only way you'll know I'm telling the truth

So knives out

Cook him up
Squash his head
Put him in the pot

I want you to know

He's not coming back
He's bloated and frozen
Still there's no point in letting it go to waste

So knives out

Catch the mouse
Squash his head
Put him in the pot