Se tudo correr bem, no próximo fim de semana voltarei ao estúdio!
Faz quase 5 meses que não voltei a tocar numa bateria acústica. Os acontecimentos do inicio do ano tiraram-me um pouco a vontade de tocar, afastando-me das musicas que eu e o meu irmão estávamos trabalhando e dos clips de áudio que regularmente fazia para a minha página no Myspace. Espero a curto prazo retomar o ritmo que levava em finais de 2009!
Fica neste post um vídeo gravado nessa altura - inicio de Dezembro de 2009 - que tem a particularidade de ter sido a única vez que utilizei a minha SPD-20 no estúdio.
Na altura da gravação deste vídeo estávamos a tocar uma variação do tema "ditos que dizem", que pode ser ouvido na página dos "depinas" no Myspace.
I think the kids are in trouble
Do not know what all the troubles are for
Give them ice for their fevers
You're the only thing I ever want anymore
Live on coffee and flowers
Try not to worry what the weather will be
I figured out what we're missing
I tell you miserable things after you are asleep
Now we'll leave the silver city 'cause all the silver girls
Gave us black dreams
Leave the silver city 'cause all the silver girls
Everything means everything
It's a Hollywood summer
You never believe the shitty thoughts I think
Meet our friends out for dinner
When I said what I said I didn't mean anything
We belong in a movie
Try to hold it together 'til our friends are gone
We should swim in a fountain
Do not want to disappoint anyone
Now we'll leave the silver city 'cause all the silver girls
Gave us black dreams
Leave the silver city to all the silver girls
Everything means everything
I was afraid, I'd eat your brains
I was afraid, I'd eat your brains
'Cause I'm evil
'Cause I'm evil
I'm a confident liar
Had my head in the oven so you'd know where I'll be
I'll try to be more romantic
I want to believe in everything you believe
I was less than amazing
Do not know what all the troubles are for
Fall asleep in your branches
You're the only thing I ever want anymore
Now we'll leave the silver city 'cause all the silver girls
Gave us black dreams
Leave the silver city to all the silver girls
Everything means everything
I was afraid, I'd eat your brains
I was afraid, I'd eat your brains
'Cause I'm evil
'Cause I'm evil
'Cause I'm evil
Foi uma semana dividida entre sucessivas audições do novo álbum "High Violet" dos The National e o antigo trabalho "An End Has a Start" da banda britânica Editors. Este ultimo "saltou", no inicio da semana, da minha prateleira de CDs, exclusivamente para satisfazer o desejo de voltar a ouvir algumas musicas deste fantástico álbum, mas acabou por ficar durante toda a semana no leitor.
Em relação às duas musicas que deixo neste post, "Escape the Nest" dos Editors e "Bloodbuzz Ohio" dos The National, chamo à atenção para os fantásticos sons de guitarra da primeira, ao magnifico ritmo de bateria na segunda... e claro às excelentes vozes dos dois vocalistas nas duas!
Com o álbum "High Violet" prestes a sair - dia 11 deste mês, segundo a página do MySpace da banda - deixo aqui uma recordação pertencente ao álbum anterior "Boxer" de 2007. Mistaken for Strangers é a segunda faixa deste trabalho da banda norte-americana formada em Cincinnati, Ohio e deu origem a um single com o mesmo nome.
Este post não pode terminar sem uma pequena referencia ao baterista desta banda, Bryan Devendorf, que com a sua imaginação e criatividade na elaboração de ritmos, é sem duvida uma peça muito importante para o sucesso desta banda. Fica prometido para mais tarde um post sobre este senhor! :)
É comum ouvir-se dizer que a bateria é um instrumento musical essencialmente para os homens. Os argumentos, invariavelmente, referem-se às necessidades físicas exigidas pelo instrumento para a sua execução. Na minha opinião esses argumentos são ridículos!
Quando se estuda e toca bateria, apercebemos-nos que existe uma diferença entre "força" e "técnica". Por exemplo - a postura errada em frente ao instrumento ou a incorrecta posição das baquetas na mão podem provocar cansaço ou fadiga - estes e outros pormenores, quando corrigidos utilizando as técnicas adequadas, diminuem, em muito, o esforço físico exigido, tornando muito mais fácil a execução de qualquer trecho musical.
São muitas as bateristas conhecidas pelos seus excelentes desempenhos; Meg White da banda White Stripes, Cindy Blackman que toca com Lenny Kravitz, Caroline Corr dos The Corrs e muitas mais, que mostram que a arte de tocar bem bateria, não é exclusiva ao sexo masculino.
Para este post, dedicado às mulheres bateristas, decidi colocar um vídeo de Emmanuelle Caplette, uma executante natural do Canadá, que me fascina pelas suas capacidades técnicas, que fazem parecer fácil o que na verdade é bem difícil de executar.
Durante o ano de 2005 o álbum "SheHaunts MyDreams" tocou repetidamente no leitor do meu carro. São várias as musicas deste álbum que na altura se adaptavam, que nem uma luva, ao meu estado de espírito e levavam-me a ouvi-las vezes sem conta.
A musica dos Spain, a meu ver, é extraordinariamente melodiosa com ritmos muito serenos, tornando-se óptima para ouvir quando se pretende estar calmo e sossegado.
A serenidade dos ritmos desta banda é de tal modo conhecida entre os seus ouvintes que à uns meses atrás um amigo do meu irmão, que também toca bateria, dizia ao ser acordado pela manhã ainda com pouca genica de ir tocar para o estúdio - Eu hoje só toco Spain!
Pois bem. Aqui fica o vídeo do mais recente single "I'm StillFree", enquanto se aguarda tranquilamente por mais um álbum, certamente tranquilo, desta excelente banda Norte Americana.
Mudei a configuração da minha bateria! A SPD-20 ficou mais para a direita e o prato de ritmo mais encostado ao segundo crash.
Assim todos os oito pads da SPD ficaram mais acessíveis e o Tom 3 "timbalão de chão" mais exposto. Futuramente, se tudo correr bem, faço intenções de trocar esse Tom - actualmente um pad de borracha - por um de Mesh, possivelmente o PDX-8 que está na posição da tarola.
Terei então que comprar um novo pad para ocupar o lugar da tarola - que será um óptimo passo para melhorar as características da minha bateria.
Desde finais de Novembro do ano passado, que surgiu-me a ideia de fazer upgrade da tarola, adquirindo o PD-105BK. Trata-se de um padMesh de 10 polegadas, de alta qualidade, com a ultima tecnologia "dual-triggering", que embora não sendo o topo de gama, aparece nos kits mais caros da Roland. A compra desta peça seria um salto muito qualitativo para a minha bateria!
Mais um produto apetitoso da marca nipónica Roland!
Pode-se considerar este OctapadSPD-30, como o sucessor do muito aclamado Total PercussionPadSPD-20, ou mais concretamente, a continuação da aposta da Roland na vertente das baterias compactas com oito pads de borracha. A marca avançou inicialmente com o modelo PAD-8, evoluindo depois para o PAD-80 (Octapad II) e mais tarde para a série SPD, com os modelos SPD-8, SPD-11 e SPD-20 - estes já com sons internos. Relembro que tanto o PAD-8 como o PAD-80 eram apenas controladores MIDI - notem que não me referi ao recente modulo SPD-S, em virtude de este ter apenas 6 pads de borracha!
O OctapadSPD-30 tem 670 sons, não só de percussão e bateria mas também sons de guitarra baixo e sintetizadores. Tal como no SPD-20, também é possível adicionar mais pads, obtendo-se um kit mais completo, com prato de choque, bombo, toms...
Mas a novidade principal deste modelo, é a possibilidade de construção de frases em tempo real e da utilização das mesmas em loop - podendo depois, sobre essas frases, aplicar efeitos, equalização ou processamento de ambiente.
A Roland também faz referencia a uma nova tecnologia aplicada nos pads de borracha deste Octapad, que os tornam ultra-sensíveis e aumenta o isolamento entre eles para que não ocorra "disparos" acidentais.
Em resumo, parece-me que a Roland decidiu mandar para o mercado algo intermédio entre o modelo SPD-20 e o SPD-S. Uma bateria compacta com muitos sons, muitos kits e ao mesmo tempo com novas ferramentas para criar ritmos, aplicar-lhes efeitos e tocar sobre eles. Só se espera que o preço desta, seja bem mais simpático do que o preço da SPD-S!!!
Em Novembro do ano passado, altura em que comecei a trabalhar no clip "New Directions", o meu entusiasmo pelo software Ableton Live chegou a tomar tais proporções que acabei por não resistir à compra de um pequeno teclado Midi, para beneficiar das funcionalidades de sintetizador de som do programa.
Como o meu horário de trabalho tem tornado impossível a ida à minha loja favorita de musica, na Povoa de S. Adrião, a compra do teclado foi feita em Alfragide, numa loja, que cada vez que lá vou, fico mais decepcionado com a mesma.
Entrei na loja sem qualquer ideia concreta sobre o teclado a comprar. Apenas tinha como condições; ser barato e pequeno - visto que as dimensões da minha carteira e do meu escritório, também são bastante reduzidas!
Ao contrario do que o empregado me disse, após questionado sobre teclados Midi, até achei que eles tinham bastante escolha. Havia material desde o barato ao caro, e as dimensões estavam na relação directa com o preço.
A oferta de uma versão do Ableton Live nos teclados da M-Audio acabou por ser determinante na escolha da marca. E o facto do modelo mais barato da M-Audio ser pequeno e ter um preço convidativo, arrumou por completo a questão! Comprei o Oxygen 8 v2 da M-Audio.