----Drums, Radio, Technology....
sábado, 30 de outubro de 2010
Dead Can Dance - American Dreaming
I need my conscience to keep watch over me
To protect me from myself
So i can wear honesty like a crown on my head
When i walk into the promised land
We've been too long american dreaming
And i think we all lost the way
Forlorn somnambulistic maniacal in the dark
I'm in love with an american girl
Well, she's my best friend
I love her surreptitious smile
That hides the pain within her
And we'll go dancing in the rings of laughter
And leave alone by the shores
Feel alone in the brands of rapture
And leave alone for the loss
Faith, on the lea the rising wind blows
Faith, on the lea the rising wind blows
How long? how long?
Here alone on the grounds of allegiances we've left behind
Turned back by the foot of the doorway
Never lost and found
We've been too long american dreaming
I think we've lost the heart
Forlorn somnambulistic maniacal in the dark
Faith, on the lea the rising wind blows
Faith, on the lea the rising wind blows
How long? how long?
sábado, 23 de outubro de 2010
HPD-10 Interactive Tour
O HPD-10 é o segundo membro da família HandSonic.
Quando à anos atrás a Roland lançou no mercado o HPD-15, este foi considerado um instrumento revolucionário! Ao contrario da maioria dos pads de percussão existentes, o primeiro membro da família HandSonic foi concebido para ser tocado com a dinâmica de instrumentos como a conga, a tabla ou um guiro. Para tal a Roland recorreu a uma nova tecnologia que incorpora um pad de borracha de 15 polegadas, dividido em diversas secções (cada qual com um som diferente), bem como sensores que conseguem determinar a localização e força das batidas. Esta evolução permite ao percussionista executar, com as mão, técnicas de mute ou controlar o pitch dos sons, tal como o faria num instrumento acústico.
São inúmeras as possibilidades inovadoras que este aparelho apresenta, que vão desde os 300 sons de países latinos, asiáticos, africanos... até à utilização de processadores de efeitos múltiplos e sequenciador incorporado.
Esta enorme palete de funcionalidades tornou o HPD-15 numa peça topo de gama, com um preço pouco acessível à maioria dos amantes da percussão, o que levou a marca nipónica a apostar num novo modelo.
O HPD-10 é um instrumento mais compacto e acessível. Utiliza a mesma tecnologia que o HPD-15 e até tem mais sons (400) que o seu irmão mais velho. No entanto é bem mais limitado em funcionalidades. O pad de borracha tem apenas 10 polegadas e numero de secções também é inferior. Não tem sequenciador interno e a possibilidade de ligações a acessórios externos também é menor.
Resumindo, para quem gosta deste tipo de instrumentos o que deve fazer é:
Ir a uma loja de instrumentos, experimentar este novo modelo, olhar bem para as características e reflectir se o preço mais baixo realmente compensa.
Quando à anos atrás a Roland lançou no mercado o HPD-15, este foi considerado um instrumento revolucionário! Ao contrario da maioria dos pads de percussão existentes, o primeiro membro da família HandSonic foi concebido para ser tocado com a dinâmica de instrumentos como a conga, a tabla ou um guiro. Para tal a Roland recorreu a uma nova tecnologia que incorpora um pad de borracha de 15 polegadas, dividido em diversas secções (cada qual com um som diferente), bem como sensores que conseguem determinar a localização e força das batidas. Esta evolução permite ao percussionista executar, com as mão, técnicas de mute ou controlar o pitch dos sons, tal como o faria num instrumento acústico.
São inúmeras as possibilidades inovadoras que este aparelho apresenta, que vão desde os 300 sons de países latinos, asiáticos, africanos... até à utilização de processadores de efeitos múltiplos e sequenciador incorporado.
Esta enorme palete de funcionalidades tornou o HPD-15 numa peça topo de gama, com um preço pouco acessível à maioria dos amantes da percussão, o que levou a marca nipónica a apostar num novo modelo.
O HPD-10 é um instrumento mais compacto e acessível. Utiliza a mesma tecnologia que o HPD-15 e até tem mais sons (400) que o seu irmão mais velho. No entanto é bem mais limitado em funcionalidades. O pad de borracha tem apenas 10 polegadas e numero de secções também é inferior. Não tem sequenciador interno e a possibilidade de ligações a acessórios externos também é menor.
Resumindo, para quem gosta deste tipo de instrumentos o que deve fazer é:
Ir a uma loja de instrumentos, experimentar este novo modelo, olhar bem para as características e reflectir se o preço mais baixo realmente compensa.
sábado, 16 de outubro de 2010
Jojo Mayer
Um DVD que me foi aconselhado, faz algum tempo, como um "must" para quem gosta de bateria é "Secret Weapons for The Modern Drummer" de Jojo Mayer. Não vou fazer hoje um post sobre esse DVD, porque além de o não ter visto por completo - são dois discos com muita informação importante - primeiro gostaria de apresentar o autor deste trabalho.
Jojo Mayer nasceu em Zurich em 1963 e desde muito novo começou a tocar bateria tendo uma formação autodidáctica do instrumento. A sua iniciação profissional começou aos 18 anos numa banda chamada Monty Alexander Group que o catapultou para o mundo do Jazz.
Mais tarde, depois de tocar com nomes como Dizzy Gillespie e Nina Simone, Jojo afastou-se do Jazz e integrou-se na cena Drum 'n' Bass.
Jojo Mayer domina diversas técnicas e métodos - muitos dos quais explica no DVD que faço aqui referencia - o que o torna um excelente executante de vários estilos de musica e ao mesmo tempo um fantástico formador para quem esteja interessado em aprender e evoluir na arte de tocar bateria.
Actualmente toca com uma banda chamada Jojo Mayer & Nerve.
sábado, 9 de outubro de 2010
depinas e oriente p'ra norte
Dois vídeos... a mesma soundtrack!
João Carlos - Baixo
Rui Pina - Guitarra
Mário Pina - Bateria
"vídeos retirados do canal de ruipina no YouTube"
sábado, 2 de outubro de 2010
Manu Katché - Keep On Trippin'
Já em anteriores posts referi que Manu Katché é desde à bastante tempo o meu baterista favorito. Confesso que prefiro ver, e ouvir, ele a executar outros géneros de musica, do que o género que ele actualmente está mais inserido. Mas como na minha opinião as capacidades deste senhor são tremendamente grandes, eu considero que vale sempre a pena dar atenção aos os novos trabalhos dele, mesmo que estes estejam englobados na área do Jazz, que não é das minhas predilectas!
Apesar disso, já há algum tempo que escutei, Neighbourhood e Playground e achei-os excelentes álbuns, muito agradáveis de ouvir, mesmo para um fraco apreciadore de Jazz, como eu!
Este ano Manu Katché saiu com um novo trabalho intitulado, Third Round, novamente com a participação do super inspirado saxofonista Jan Garbarek - faço questão de, assim que me for possível, arranjar este álbum para o escutar com a merecida atenção.
sábado, 25 de setembro de 2010
Knives Out
I want you to know
He's not coming back
Look into my eyes
I'm not coming back
So knives out
Catch the mouse
Don't look down
Shove it in your mouth
If you'd been a dog
They would've drowned you at birth
Look into my eyes
It's the only way you'll know I'm telling the truth
So knives out
Cook him up
Squash his head
Put him in the pot
I want you to know
He's not coming back
He's bloated and frozen
Still there's no point in letting it go to waste
So knives out
Catch the mouse
Squash his head
Put him in the pot
domingo, 19 de setembro de 2010
Novamente Echo & The Bunnymen
Depois de mais uma semana a ouvir Echo & The Bunnymen - esta ultima dedicada ao segundo álbum da banda Heaven Up Here - torna-se difícil publicar um post que não seja referente a este grupo britânico.
Achei o som deste segundo álbum, mais trabalhado e de superior qualidade ao de Crocodiles, o que forçosamente não quer dizer que seja melhor. Na verdade até acho este segundo trabalho ligeiramente mais fraco do que o primeiro!
Quem parece ter melhorado, e bastante, neste Heaven Up Here foi o baterista Pete de Freitas. Mais solto, mais imaginativo, e como de uma forma geral o som melhorou neste álbum, também o mesmo se passou com o som da sua bateria - e isso (caramba) agradou-me bastante!
Alias, fiquei logo impressionado com o som da percussão ao ouvir a primeira faixa "Show Of Strength" onde Pete demonstra bem as suas capacidades como baterista.
domingo, 12 de setembro de 2010
Echo & The Bunnymen
A oferta veio de Inglaterra e o seu conteúdo é os 5 primeiros álbuns de uma fantástica banda britânica!
Formada em Liverpool em 1978 por Ian McCulloch, Will Sergeant e Les Pattinson, a banda faz a sua primeira aparição publica na abertura de um concerto dos Teardrop Explodes em Liverpool. Nessa altura o grupo ainda não tinha baterista e utilizava uma caixa de ritmos.
Quando em 1980 é editado o primeiro álbum de originais "Crocodiles", já a caixa de ritmos tinha sido substituída por Pete de Freitas. A aceitação dos críticos a este trabalho foi de tal maneira positiva que o álbum atingiu o décimo sétimo lugar do Top 20 Britânico, impulsionando a banda para uma sequência fantástica de sucessos, donde se destacam temas como A Promise, The Back of Love, The Cutter, Never Stop, etc... pertencentes aos álbuns "Heaven Up Here" de 1981 e "Porcupine" de 1983.
Em 1984 o grupo edita "Ocean Rain" - por muitos considerado como o melhor trabalho da banda - que chega ao quarto lugar do Top de álbuns (UK), projectando musicas como Silver e Seven Seas para as rádios de todo o mundo.
A compilação "Songs to Learn & Sing" - que eu bem gostava de ter em CD - surge em 1985, logo após a saída do single "Bring On the Dancing Horses".
O quinto álbum da banda é homónimo e é lançado em 1987. Pete de Freitas, que por divergências com o grupo abandonou a banda uns tempos antes, não participa neste trabalho, tendo sido substituído por David Palmer, ex-baterista dos ABC.
A história da banda perlonga-se até aos dias de hoje, mas o principal está no interior desta oferta que chegou até às minhas mãos, vinda de terras de sua majestade - eu vou ficando por cá a ouvir Echo & The Bunnymen
domingo, 5 de setembro de 2010
Upgrade TD-3KW concluído
Mais cedo do que eu previa ser possível, consegui reunir condições para adquirir o pad PD-105BK da Roland. Foi colocado na posição da tarola, substituindo o pad PDX-8 que passou a ocupar o lugar do ultimo pad de borracha do meu kit. Finalmente a bateria ficou completa com pads Mesh - ok... os pratos também são de borracha e o bombo idem, mas quanto a isso... nada a fazer! :)
Fiquei assim com um esquema muito parecido com o kit TD-9KX - à excepcão, como é obvio, do modulo de som TD-9, do terceiro Tom (timbalão de chão) que também é um PD-85BK e de um prato de ritmo CY-12R/C de 12 polegadas.
Dou assim por finalizado o upgrade da minha TD-3KW que adquiri à cerca de 3 anos e que tanto "gozo" me tem dado :)
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Acústica(1)
Mais um pequeno e simples improviso, que saiu durante um ensaio no estúdio no dia 31 de Julho deste ano. Apesar da simplicidade deste tema, adoro o som da guitarra acústica do meu irmão e do ritmo que na altura me deu para fazer - já para não falar do som das vassourinhas que me agradam particularmente! :)
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