----Drums, Radio, Technology....
domingo, 12 de abril de 2009
Explode
No meu ultimo post, referi-me à cantora Nelly Furtado de uma forma que deu a entender que o trabalho desta artista tem pouca qualidade. Reconheço que não gosto particularmente das musicas dela, no entanto a minha intenção, na frase que escrevi, era mostrar que na minha opinião as qualidades como musico, do baterista David Lagguth, estão muito acima da qualidade musical do projecto encabeçado pela luso-canadiana, vencedora de um Grammy, Nelly Furtado.
Para não deixar ressentimentos... :) ... deixo aqui um video de uma musica pertencente ao segundo álbum da artista "Folklore" (considerado pelos críticos como sendo muito melhor que o mais recentemente editado - Loose).
Nelly Furtado - Explode
quarta-feira, 8 de abril de 2009
David Langguth
Tal como acontece na industria do cinema, em que os grandes actores não constroem a sua carreira entrando apenas em bons filmes, na industria da musica também os bons bateristas nem sempre estão associados a projectos de grande qualidade. Claro que esta opinião é muito subjectiva e parte do gosto pessoal de cada um.
David Langguth é precisamente um dos exemplos, que na minha opinião, ilustra esta ideia.
De origem Canadiana, Langguth é um musico extremamente activo, participando frequentemente em diversos encontros e projectos onde é patrocinado por várias marcas, tal como; Sabian, Vic Firth, Sonor e Remo. Além da vertente de executante, David ainda dá aulas de bateria e colabora em cursos de formação de novos bateristas.
No entanto, a meu ver, as suas qualidades como musico mereciam a sua participação em projectos de melhor qualidade musical dos que até agora tem estado envolvido.
Actualmente, David toca na banda da luso-canadiana Nelly Furtado, onde, sem sombra de duvidas, contribui bastante para o razoável som das musicas desta artista.
domingo, 22 de março de 2009
So Much Talk
Clip de áudio gravado no dia 12 de Março de 2009
TD-3KW: Kit utilizado 2, 6
SPD-20: Kit utilizado 13, 23
Software de Gravação: Adobe Audition
File: mp3 192Kbit/s
Tempo: 100 segundos
Pois é! Mais uma vez não utilizei a guitarra baixo! A verdade é que eu ando um bocado "calão" no uso da minha Yamaha. Em todos os clips anteriores, a parte do baixo era a ultima a ser executada, mas nos últimos dois não tenho conseguido ter qualquer tipo de inspiração para construir uma linha de baixo.
Embora mais pequeno que a maioria dos clips de audio que eu fiz até agora, "So Much Talk" deu bastante trabalho. A linha da SPD-20 teve de ser tocada por completo, sem qualquer recurso a edição no Adobe Audition. O mesmo se passou com o ritmo base executado na bateria TD-3KW. Este foi executado por completo, por cima da linha da SPD-20, sem qualquer interrupção. No entanto este acabou por ser "trabalhado" posteriormente (na segunda metade da musica), para não interferir com a percussão adicional também tocada na SPD-3KW.
* Mais uma vez o imeem apenas disponibiliza 30 segundos da musica. Para a ouvir completa carregue em "play full song here".
TD-3KW: Kit utilizado 2, 6
SPD-20: Kit utilizado 13, 23
Software de Gravação: Adobe Audition
File: mp3 192Kbit/s
Tempo: 100 segundos
Pois é! Mais uma vez não utilizei a guitarra baixo! A verdade é que eu ando um bocado "calão" no uso da minha Yamaha. Em todos os clips anteriores, a parte do baixo era a ultima a ser executada, mas nos últimos dois não tenho conseguido ter qualquer tipo de inspiração para construir uma linha de baixo.
Embora mais pequeno que a maioria dos clips de audio que eu fiz até agora, "So Much Talk" deu bastante trabalho. A linha da SPD-20 teve de ser tocada por completo, sem qualquer recurso a edição no Adobe Audition. O mesmo se passou com o ritmo base executado na bateria TD-3KW. Este foi executado por completo, por cima da linha da SPD-20, sem qualquer interrupção. No entanto este acabou por ser "trabalhado" posteriormente (na segunda metade da musica), para não interferir com a percussão adicional também tocada na SPD-3KW.
* Mais uma vez o imeem apenas disponibiliza 30 segundos da musica. Para a ouvir completa carregue em "play full song here".
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Omar Hakim
Não foi há muito tempo que decidi adicionar à minha lista de bateristas favoritos, o percussionista Omar Hakim. O nome já me era familiar, por este aparecer regularmente nos catálogos das V-Drums da Roland, no entanto nunca me tinha dado ao trabalho de ir ver quem é este senhor na realidade!
Baterista reconhecido no meio pop e jazz de fusão, Omar Hakim é talvez o único baterista que pode dizer que tocou com David Bowie, Madonna, Sting e Miles Davis.
Inicialmente reconhecido pelo seu trabalho na banda Weather Report, Omar rapidamente foi convidado para ingressar noutros projectos, onde pode pôr em pratica a sua excelente capacidade de adaptação ao aparecimento das primeiras "Electronic Drum Machines" da década de oitenta. Ao contrario de muitos bateristas, que se "fecharam" na percussão acústica, Omar Hakim evoluiu para a percussão electrónica, tornando-se procurado tanto como baterista tradicional, como programador das novas maquinas que surgiam e proporcionavam novos ritmos à musica.
Omar Hakim é considerado hoje em dia um baterista de eleição, capaz de fantásticas execuções, onde mostra a sua excelente técnica, tanto em baterias acústicas como digitais.
sábado, 17 de janeiro de 2009
Back to China
Clip de áudio gravado no dia 6 de Janeiro de 2009
TD-3KW: Kit utilizado 9 (snare S2)
SPD-20: Kit utilizado 65
Software de Gravação: Adobe Audition
File: mp3 192Kbit/s
Tempo: 129 segundos
Depois de uma longa pausa na construção de clips de áudio (quase 10 meses), aproveitei a "boleia" do meu momento de entusiasmo, na aquisição dos novos pads para a minha bateria, para encetar um novo clip.
Já há algum tempo que uma determinada sequência de sons, pertencentes ao kit 65 da minha SPD-20, fazia-me pensar que seria interessante fazer algo a partir dali. Assim começou o clip "Back to China".
A razão de ter eu dado este nome ao clip tem a ver com o facto de, embora na lista da composição dos sons do kit 65 não estar envolvido nenhum instrumento tradicional chinês, ser indicado no manual da SPD-20 que o nome do kit 65 é "Oriental" e este fazer-me lembrar sons oriundos da China.
Tal como no clip "Robot Dream" a SPD-20 serviu para fazer a estrutura principal da musica. Usei depois a TD-3KW para fazer a percussão adicional.
Infelizmente não consegui usar o baixo neste clip. Tentei várias linhas mas achei que todas elas ficavam horríveis, estragando todo o trabalho já feito.
(nota: o imeem apenas está disponibilizar 30 segundos do clip! - I don't know why!)
* Mais uma vez o imeem apenas disponibiliza 30 segundos da musica. Para a ouvir completa carregue em "play full song here".
TD-3KW: Kit utilizado 9 (snare S2)
SPD-20: Kit utilizado 65
Software de Gravação: Adobe Audition
File: mp3 192Kbit/s
Tempo: 129 segundos
Depois de uma longa pausa na construção de clips de áudio (quase 10 meses), aproveitei a "boleia" do meu momento de entusiasmo, na aquisição dos novos pads para a minha bateria, para encetar um novo clip.
Já há algum tempo que uma determinada sequência de sons, pertencentes ao kit 65 da minha SPD-20, fazia-me pensar que seria interessante fazer algo a partir dali. Assim começou o clip "Back to China".
A razão de ter eu dado este nome ao clip tem a ver com o facto de, embora na lista da composição dos sons do kit 65 não estar envolvido nenhum instrumento tradicional chinês, ser indicado no manual da SPD-20 que o nome do kit 65 é "Oriental" e este fazer-me lembrar sons oriundos da China.
Tal como no clip "Robot Dream" a SPD-20 serviu para fazer a estrutura principal da musica. Usei depois a TD-3KW para fazer a percussão adicional.
Infelizmente não consegui usar o baixo neste clip. Tentei várias linhas mas achei que todas elas ficavam horríveis, estragando todo o trabalho já feito.
(nota: o imeem apenas está disponibilizar 30 segundos do clip! - I don't know why!)
* Mais uma vez o imeem apenas disponibiliza 30 segundos da musica. Para a ouvir completa carregue em "play full song here".
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Mesh Pads PD-85BK
Já lá dizia o outro, que a melhor prenda de Natal que a gente pode receber é aquela que oferecemos a nós próprios! :)
Foram vários dias a consultar blogs, a ver catálogos e até mesmo a "namorar em directo", mas por fim decidi-me! - Vou mudar os pads Toms de PD-8 para os Mesh Pads PD-85BK da Roland.
A compra foi feita depois da confusão dos dias de stress, que antecedem o 25, mas não deixou de ser uma prenda cheia de espírito natalício. Pois há que realçar o facto, de que os meus vizinhos também ficaram a ganhar com esta minha oferta. É que os pads em Mesh, alem de terem um toque muito mais realista, são quase silenciosos, não se comparando ao barulho (embora reduzido) que faziam os meus antigos PD-8 de borracha.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
MySpace

Já tinha-me passado pela ideia, colocar os meus pequenos clips musicais na enorme rede social que é o MySpace. No entanto sempre achei que fazer um perfil de artista, nesta comunidade, era uma situação exclusiva para bandas ou músicos, verdadeiramente dedicados à cena musical.
À cerca de dois meses atrás, uma amiga minha, mostrou-me vários perfis de pessoas que, tal como eu, não são músicos profissionais, nem sequer têm qualquer tipo de formação musical; tocam simplesmente por prazer e gozo próprio. Também eles construíram uma página, onde se apresentam e colocam alguns exemplos de trabalhos por eles executados.
Acabou por ser essa amiga a responsavel por eu abrir um perfil de artista no MySpace.
sábado, 7 de junho de 2008
Marcas de Baterias: TAMA

Hoje inicio uma nova série de posts sobre diferentes marcas de baterias que existem no mercado. Para começar escolhi uma que é, sem sobra de duvidas, das mais conhecidas e ao mesmo tempo considerada uma referencia para muitos bateristas: TAMA
Fabricadas pela Hoshino Gakki, empresa Japonesa de instrumentos musicais fundada em 1904 e também proprietária da marca de guitarras Ibanez, a Tama apresentou-se ao publico em 1974 com a imagem de fabricante de instrumentos de percussão de alta qualidade e uma séria competidora das marcas americanas Roger, Slingerland e Ludwing.
Com o decorrer dos anos a Tama tornou-se conhecida por todos os bateristas do mundo, não só pela produção de baterias de superior qualidade com excelentes ferragens, nas quais se incluem as edições e produções limitadas Starclassic, como pelas linhas mais baratas que também tornaram-se famosas, tais como as Superstar e Imperialstar.
É extensa a lista de nomes de bateristas que figuram na página oficial da Tama, como sendo utilizadores e acérrimos seguidores desta marca. Entre eles destaco o Stewart Copland dos Police, Lars Ulrich dos Metallica e Roger Taylor dos Duran Duran.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
U2 - Miracle Drug (Larry Mullen, Jr.)
Nascido a 31 de Outubro de 1961 em Artene, um subúrbio de Dublin na Irlanda, Mullen foi o fundador dos U2, que inicialmente se chamavam "The Larry Mullen Band". Possuidor de uma técnica bastante apurada, Larry teve as suas primeiras lições de bateria em 1970, com a idade de nove anos, ao ser aluno do famoso baterista irlandês Joe Bonnie.
Ao longo da progressão da carreira dos U2, é bastante visível o aperfeiçoamento das técnicas de Mullen, que o fazem evoluir de uma posição onde apenas fazia acompanhamento e enchimento das musicas, para uma peça fundamental, juntamente com o baixista Adam Clayton, nas diversas composições da banda.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Considerações sobre "pauzinhos"

Confesso que desde que comecei a dar os meus primeiros passos na percussão, que nunca liguei muito à "ciência da escolha das baquetes". Aliás, se bem me recordo, a minha única preocupação inicial, relacionada com as ditas, era conseguir fazer-as girar nos dedos. Lembro-me que ficava muito frustrado ao ver, nos vídeos de musica que passavam na televisão, o baterista dos "Level 42" (que eu considerava fraquinho), a girar a baquete na mão direita de uma forma exemplar e eu sem conseguir fazer o mesmo!
Resolvido esse problema nunca mais pensei no assunto!
Anos mais tarde, quando comecei a adquirir as minhas primeiras "electronic drums" e a ler artigos sobre percussão, voltei-me questionar sobre o assunto. No entanto sempre achei que a necessidade de uma escolha adequada de baquetes, só deveria fazer sentido numa bateria acústica e não numa digital. A única situação que tive sempre em conta, foi o terem-me dito que é aconselhável o uso de baquetes com ponta de nylon, em vez das de madeira, pelo facto destas ultimas serem bastante mais agressivas nos pads de borracha.
O primeiro par de baquetes que eu adquiri, à mais de 15 anos, foi umas 7A da marca Vic Firth. Mais tarde comprei outras 7A da Pro-Mark, baquetes essas, que ainda utilizo frequentemente na minha Roland TD-3KW.
Há dias, em mais uma visita à minha loja de instrumentos musicais preferida, deparei com alguém, que na zona da percussão, inspeccionava com muita atenção as diversas baquetes expostas. Ele olhava para elas, ele sentia o peso, ele batia com elas na palma da mão... enfim, toda esta cerimonia na escolha fez-me voltar a pensar no problema das baquetes. Ali estava eu novamente no meu dilema de se, ao optar por por uns "pauzinhos" diferentes, a minha técnica poderia de algum modo melhorar. Assim, após um raciocínio complicado acabei por comprar umas 5A da Pro-Mark, modelo Millennium II com ponta de nylon!
Optei por 5A, porque são maiores e mais pesadas, logo de certeza o resultado final deverá ser diferente. Ponta de nylon pelas razões que já expliquei anteriormente. Millennium é um nome bastante atraente... e alem disso é uma óptima série de televisão! A Pro-Mark parece-me ser uma boa marca! E desde que tomei conhecimento que o Larry Mullen Jr. dos U2 as utiliza, cada vez estou mais convencido disso!
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