----Drums, Radio, Technology....

sábado, 14 de maio de 2011

V-Drum Lessons 01


Em Janeiro deste ano referi-me a estes pequenos vídeos, produzidos pela Roland, onde bateristas e percussionistas conhecidos, demonstram como rudimentos, técnicas diversas e ritmos diferentes podem ser aplicados utilizando as V-Drums. 

Hoje, e apesar de os mesmos poderem ser visualizados no site da Roland - http://www.rolandus.com/go/vdrums_lessons - irei começar a colocá-los aqui no meu blog! Fiquem então com a lição numero 1, apresentada pelo baterista Johnny Rabb.

Roland V-Drums - Lição numero 1: 
Johnny Rabb - Hand & Foot Combos
  

sábado, 30 de abril de 2011

Drum Covers



É muito natural que qualquer musico, seja ele amador ou profissional, ao apreciar um trecho musical de uma banda, dê mais atenção ao instrumento do qual é praticante. Quantas vezes dou por mim a apreciar o trabalho de um baterista numa determinada musica e quase a ignorar todos os outros instrumentos que também estão presentes.

Também é normal querer-se tentar executar  o mesmo que outro musico executa numa determinada composição da qual gostamos. Este tipo de exercício tanto pode ser feito isoladamente, como ao mesmo tempo que ouvimos a composição em causa. Em qualquer dos casos estamos a fazer uma "cover".



São muitas as "drum covers" que se podem encontrar na NET, em sites de divulgação de vídeos (ex: YouTube) ou de audio (ex: SoundCloud). Normalmente o som da composição original encontra-se bastante mais baixo do que o som da bateria. Na maioria dos casos o baterista tenta fazer uma cópia do que é executado nesse trecho - afinal a ideia é mostrar que se tem a mesma capacidade técnica - mas também se encontram casos em que se tenta executar versões rítmicas alternativas.

 

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Marcas de Baterias: Ludwig















A primeira peça fabricada pela empresa dos irmãos Ludwig (William e Theobaldner) foi um pedal de bombo, capaz de executar ritmos mais rápidos dos que os pedais produzidos na altura. Toda a produção desta peça foi feita num celeiro alugado a sul de Chicago. Durante os anos seguintes a empresa cresceu e construiu várias peças para instrumentos de percussão e corda, tendo mesmo produzido banjos e cavaquinhos. Actualmente é reconhecida pelos coleccionadores, como uma das três principais fabricantes históricas de banjos Ukulele.
Durante a grande depressão da década de 30, a companhia foi obrigada a fundir-se com a C. G. Conn Company. Como consequência, uns anos mais tarde William Ludwig afastou-se da empresa - por achar que a junção tirou-lhe importância no desenvolvimento dos produtos - e abre em 1937 a sua própria companhia, denominada W.F.L. Drum Company. Em 1955 a Conn Company volta a comprar a empresa de William e muda o nome para Ludwig Drum Company.
William F. Ludwig morre em 1973 sendo sucedido pelo seu filho William F. Ludwig Bradfield, Jr.

A marca Ludwig ficou famosa ao longo dos anos, devido às diferentes inovações que introduziu na construção dos diversos componentes de uma bateria. Principalmente no que diz respeito à utilização de novos materiais e respectivos acabamentos. São inúmeros os bateristas que utilizaram Ludwig; destacam-se John Bonham dos Led Zeppelin, Alex Van Halen dos Van Halen, Ian Paice dos Deep Purple, Carl Palmer dos Emerson, Lake & Palmer, Charlie Watts dos Rolling Stones e finalmente o responsável pelo maior impulso de popularidade da Ludwig, que em 1963 colocou no seu bombo o símbolo da marca logo acima do nome da banda onde tocava, os The Beatles. Claro que estou a referir-me ao baterista Ringo Star.
 

domingo, 17 de abril de 2011

The Dandy Warhols - We Used To Be Friends



A long time ago, we used to be friends
But I haven't thought of you lately at all
If ever again, a greeting I send to you,
Short and sweet to the soul is all I intend.

a, ah-ahh-ahh-ahh...


Come on now, honey,

bring it on, bring it on, yeah.
Just remember me when you're good to go
Come on now, sugar,
bring it on, bring it on, yeah.
just remember me when.

It's something I said, or someone I know.

Or you called me up, maybe I wasn't home.
Now everybody needs some time,
and everybody know
The rest of it's fine
And everybody knows that.

Come on now, sugar,

bring it on, bring it on, yeah.
Just remember me when you're good to go
Come on now, honey,
bring it on, bring it on, yeah.
just remember me when.

We used to be friends a long time ago.

We used to be friends a long time ago.
We used to be friends a long time ago.
We used to be friends, hey

a, ah-ahh-ahh-ahh...


A long time ago, we used to be friends

But I haven't thought of you lately at all
If ever again, a greeting I send to you,
Short and sweet to the soul is all I intend.

We used to be friends a long time ago.
We used to be friends a long time ago.
We used to be friends a long time ago.
We used to be friends,

a, ah-ahh-ahh-ahh...


domingo, 10 de abril de 2011

Pedaços da sessão 19



depinas - 27 de Março @ area51

João Carlos - Baixo
Rui Pina - Guitarra
Mário Pina - Bateria
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domingo, 3 de abril de 2011

Pearl e-Pro Electronic Drum



O fascínio pelas potencialidades da electrónica tem destas coisas! Uma marca "super consagrada" na produção de baterias acústicas desde 1952, lança pela primeira vez no mercado um kit electrónico da sua autoria.

Na realidade é mais correcto dizer-se que este modelo da Pearl é uma bateria híbrida - pois tanto pode ser usada em modo digital, como em modo acústico - já que todas os seus componentes (pratos e caixas) são construídos da mesma forma como para uma bateria convencional.

A Pearl e-Pro vem com todas as caixas construídas em madeira e os pratos em bronze. O modulo gerador de sons (Redbox), produz 1000 sons diferentes e vem com 100 kits pré-programados, podendo o utilizador construir a seu gosto, outros 100 kits alternativos.

À primeira vista, parece um produto muito interessante e muito bem construído. Não seria de esperar outra coisa vindo de uma marca como a Pearl! - Vejam no site da marca.


sábado, 26 de março de 2011

German Match Grip


(este vídeo pertence ao canal de expertvillage e poderá ter de ser visto no YouTube)

No que diz respeito à forma de segurar as baquetas, denominada "Matched Grip", esta pode ser aplicada de duas maneiras distintas:










French Matched Grip
 - As baquetas são seguras paralelamente, utilizando o indicador e o polegar e ficando as palmas das mão viradas uma para a outra. O polegar fica por cima da baqueta. O movimento da baqueta é essencialmente executado pelos dedos. 

German Matched Grip - As baquetas são seguras num ângulo de 90 graus, utilizando o indicador e o polegar e ficando as palmas das mão paralelas à superfície onde se toca.  O movimento da baqueta é essencialmente executado pelo pulso.

O vídeo ilustra a correcta posição utilizando a técnica "German Match Grip".


domingo, 20 de março de 2011

Tradicional Grip


(este vídeo pertence ao canal de expertvillage e poderá ter de ser visto no YouTube)

Hoje temos uma pequena aula! :)

Existe duas formas básicas de segurar as baquetas quando se toca bateria.








Matched grip
- As baquetas são seguras da mesma forma nas duas mãos. São utilizados os dedos indicador e polegar para segurar a baqueta. O resto dos dedos controla a subida e descida da baqueta (imagem da esquerda).

Traditional grip
- Na mão esquerda a baqueta passa pelo polegar e pelo indicador. A mão direita segura a baqueta da mesma forma que no método anterior. O resto dos dedos controla a subida e descida da baqueta (imagem da direita). 

O vídeo de hoje ilustra a correcta posição para a técnica mais tradicional (Traditional grip).

sábado, 12 de março de 2011

Porcupine Tree - Way Out Of Here



Durante esta ultima semana, tenho andado a ouvir o álbum "The Incident" da banda britânica Porcupine Tree.
O meu interesse em ouvir um trabalho completo desta banda teve inicio em Janeiro deste ano, quando me referi a este grupo num post sobre o ex-baterista dos Japan, Steve Jansen. Na altura, apenas fixei o facto dos Porcupine Tree serem um dos diversos projectos, nos quais ex-músicos dos Japan estiveram envolvidos após o término da banda em 1982.
No inicio do mês passado, ao procurar informações sobre o baterista Gavin Harrison, vejo-me de novo confrontado com o nome deste grupo inglês. Gavin é o baterista desta banda desde 2002, altura em que Chris Maitland abandonou o grupo.

Os Procupine Tree tiveram origem em 1987, como resultado da conjugação de ideias entre Steven Wilson e Malcolm Stocks, inspirados na onda psicadélica e progressista de bandas como os Pink Floyd, que dominaram a cena musical durante os anos 70. Embora inicialmente não passa-se de um projecto de retaguarda - Steven Wilson estava bastante mais concentrado num outro projecto denominado No-Man - a ideia acabou por desenvolver-se e resultar em diversos trabalhos, que ao longo dos anos arrecadaram opiniões muito positivas por parte dos críticos. Os Porcupine Tree editaram até hoje 10 álbuns de estúdio, 4 álbuns ao vivo e 3 compilações.

Mas voltando à minha audição desta semana, eu acho que apesar de ter sido considerado, por alguns, como o melhor álbum de 2009, e ter obtido excelentes resultados nas tabelas mundiais, "The Incident" está longe de ser algo de super-fantástico! Sem duvida que estamos perante um bom trabalho, feito por excelentes músicos, que demonstram estar à vontade na produção de musica de qualidade. Mas parece-me a mim que não traz nada de novo! Soa a uma "receita" já utilizada, onde o único atractivo, ao longo das 18 musicas que compõem o álbum, é ouvir as brilhantes execuções de Gavin Harrison na bateria!

Ilustro este post com um video da banda a actuar ao vivo num tema, que apesar de ser de um álbum anterior, retrata bem o que eu sinto ao ouvir os actuais Porcupine Tree - Gavin Harrison é uma máquina!
    

sábado, 5 de março de 2011

motherfucking bus



depinas - motherfucking bus

João Carlos - Baixo
Rui Pina - Guitarra
Mário Pina - Bateria
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