----Drums, Radio, Technology....
domingo, 10 de abril de 2011
Pedaços da sessão 19
depinas - 27 de Março @ area51
João Carlos - Baixo
Rui Pina - Guitarra
Mário Pina - Bateria
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domingo, 3 de abril de 2011
Pearl e-Pro Electronic Drum
O fascínio pelas potencialidades da electrónica tem destas coisas! Uma marca "super consagrada" na produção de baterias acústicas desde 1952, lança pela primeira vez no mercado um kit electrónico da sua autoria.
Na realidade é mais correcto dizer-se que este modelo da Pearl é uma bateria híbrida - pois tanto pode ser usada em modo digital, como em modo acústico - já que todas os seus componentes (pratos e caixas) são construídos da mesma forma como para uma bateria convencional.
A Pearl e-Pro vem com todas as caixas construídas em madeira e os pratos em bronze. O modulo gerador de sons (Redbox), produz 1000 sons diferentes e vem com 100 kits pré-programados, podendo o utilizador construir a seu gosto, outros 100 kits alternativos.
À primeira vista, parece um produto muito interessante e muito bem construído. Não seria de esperar outra coisa vindo de uma marca como a Pearl! - Vejam no site da marca.
sábado, 26 de março de 2011
German Match Grip
(este vídeo pertence ao canal de expertvillage e poderá ter de ser visto no YouTube)
No que diz respeito à forma de segurar as baquetas, denominada "Matched Grip", esta pode ser aplicada de duas maneiras distintas:
French Matched Grip - As baquetas são seguras paralelamente, utilizando o indicador e o polegar e ficando as palmas das mão viradas uma para a outra. O polegar fica por cima da baqueta. O movimento da baqueta é essencialmente executado pelos dedos.
German Matched Grip - As baquetas são seguras num ângulo de 90 graus, utilizando o indicador e o polegar e ficando as palmas das mão paralelas à superfície onde se toca. O movimento da baqueta é essencialmente executado pelo pulso.
O vídeo ilustra a correcta posição utilizando a técnica "German Match Grip".
domingo, 20 de março de 2011
Tradicional Grip
(este vídeo pertence ao canal de expertvillage e poderá ter de ser visto no YouTube)
Hoje temos uma pequena aula! :)
Existe duas formas básicas de segurar as baquetas quando se toca bateria.
Matched grip - As baquetas são seguras da mesma forma nas duas mãos. São utilizados os dedos indicador e polegar para segurar a baqueta. O resto dos dedos controla a subida e descida da baqueta (imagem da esquerda).
Traditional grip - Na mão esquerda a baqueta passa pelo polegar e pelo indicador. A mão direita segura a baqueta da mesma forma que no método anterior. O resto dos dedos controla a subida e descida da baqueta (imagem da direita).
O vídeo de hoje ilustra a correcta posição para a técnica mais tradicional (Traditional grip).
sábado, 12 de março de 2011
Porcupine Tree - Way Out Of Here
Durante esta ultima semana, tenho andado a ouvir o álbum "The Incident" da banda britânica Porcupine Tree.
O meu interesse em ouvir um trabalho completo desta banda teve inicio em Janeiro deste ano, quando me referi a este grupo num post sobre o ex-baterista dos Japan, Steve Jansen. Na altura, apenas fixei o facto dos Porcupine Tree serem um dos diversos projectos, nos quais ex-músicos dos Japan estiveram envolvidos após o término da banda em 1982.
No inicio do mês passado, ao procurar informações sobre o baterista Gavin Harrison, vejo-me de novo confrontado com o nome deste grupo inglês. Gavin é o baterista desta banda desde 2002, altura em que Chris Maitland abandonou o grupo.
Os Procupine Tree tiveram origem em 1987, como resultado da conjugação de ideias entre Steven Wilson e Malcolm Stocks, inspirados na onda psicadélica e progressista de bandas como os Pink Floyd, que dominaram a cena musical durante os anos 70. Embora inicialmente não passa-se de um projecto de retaguarda - Steven Wilson estava bastante mais concentrado num outro projecto denominado No-Man - a ideia acabou por desenvolver-se e resultar em diversos trabalhos, que ao longo dos anos arrecadaram opiniões muito positivas por parte dos críticos. Os Porcupine Tree editaram até hoje 10 álbuns de estúdio, 4 álbuns ao vivo e 3 compilações.
Mas voltando à minha audição desta semana, eu acho que apesar de ter sido considerado, por alguns, como o melhor álbum de 2009, e ter obtido excelentes resultados nas tabelas mundiais, "The Incident" está longe de ser algo de super-fantástico! Sem duvida que estamos perante um bom trabalho, feito por excelentes músicos, que demonstram estar à vontade na produção de musica de qualidade. Mas parece-me a mim que não traz nada de novo! Soa a uma "receita" já utilizada, onde o único atractivo, ao longo das 18 musicas que compõem o álbum, é ouvir as brilhantes execuções de Gavin Harrison na bateria!
Ilustro este post com um video da banda a actuar ao vivo num tema, que apesar de ser de um álbum anterior, retrata bem o que eu sinto ao ouvir os actuais Porcupine Tree - Gavin Harrison é uma máquina!
sábado, 5 de março de 2011
motherfucking bus
depinas - motherfucking bus
João Carlos - Baixo
Rui Pina - Guitarra
Mário Pina - Bateria
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
Anna Calvi - Blackout
… cause the very last light is gone
I feel something coming as I'm running down the hall
Voice is dark cause it's coming from my soul
Should I fear you or should I just let go?
Oh, blackout, I gotta know where you're from
What are you trying to tell me I don't know
Oh, blackout, now this glow has come here in the dark
I could be anyone
...still but I feel you by my side
But in this moment is running out of time
Oh, blackout, I've got know where you're from
What are you trying to tell me I don't know
Oh, blackout, now this glow has come here in the dark
I could be anyone
Oh, blackout, now this glow has come
What are you trying to tell me I don't know
Oh, blackout I won't tell where you're from cause here in the dark
I could be anyone, don't leave, don't leave
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Roland TD-4KX2
O Kit de bateria digital TD-4K, actualmente o mais acessível da familia V-Drums da Roland, tem sofrido melhoramentos e actualizações anuais desde 2009. Ao consultarmos o catalogo para este ano, vemos que 2011 não vai ser excepção!
A Tarola e os toms são actualmente todos pads em Mesh; a tarola um PDX-8, os toms são PDX-6 e o terceiro tom (timbalão de chão) é igualmente um PDX-8.
Nos pratos há alterações. O crash é um CY-12C e o prato de ritmo é agora o CY-13R (de 3 vias).
Também o bombo passou a ser o mais recente pad, KD-9.
Tudo melhorias para tornar este kit TD-4KX2 mais atraente e ao mesmo tempo dar-lhe características mais aproximadas aos seus "irmãos" mais evoluídos.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Gavin Harrison
Ora aqui está mais um baterista com um excelente curriculum!
Gavin Harrison foi considerado pela revista Rolling Stone, como o terceiro melhor baterista dos últimos 25 anos. Alem desta excelente nomeação, foi também considerado o "melhor baterista progressista" durante quatro anos consecutivos (2007 a 2010) pela revista Modern Drummer.
Durante o ano de 2008 tocou "lado-a-lado" com Pat Mastelotto em concertos ao vivo da banda King Crimson, mas no entanto Gavin Harrison é mais conhecido como o baterista do grupo de rock progressivo, Porcupine Tree.
Na lista de projectos onde participou, encontram-se nomes tão diversos como Eros Ramazzotti, Iggy Pop, Lisa Stansfield, Mick Karn, No-Man, Paul Young, Richard Barbieri, etc - mas o que achei mais curioso, foi o facto de em 1983 Gavin ter tocado com a banda Renaissance - já faz alguns anos que eu não via qualquer referencia a esta fantástica banda inglesa, que eu tanto gostava ouvir quando era mais jovem!
Quanto ao video... vejam que vale a pena! A execução de Gavin é fantástica!
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Sensações...

São muitas as diferenças entre uma bateria acústica e uma digital. Elas manifestam-se desde o som às sensações enquanto se toca. No entanto os fabricantes dos kits digitais anunciam a "fantástica" semelhança atingida entre estes dois tipos de percussão - mas um facto inegável é que as diferenças existem!
Bater numa peça em borracha, em forma de prato, não dá a mesma sensação do que bater numa superfície metálica de um prato acústico. O mesmo se passa com o bater num pad em borracha em relação a uma "pele" esticada de uma tarola ou de um tom - a resposta ao toque é diferente!
A Roland na tentativa de resolver este problema criou os pads em Mesh, e sem duvida que conseguiu aproximar as sensações, pelo menos no que diz respeito às caixas (tarola, bombo, toms e timbalão). Apesar disso continua a haver quem diga que existe demasiado "rebound" comparativamente à resposta da "pele" nas caixas acústicas; e isso é significativo na execução.
Mas as tecnologias estão sempre a evoluir. Todos os dias algo de novo é inventado. Estou em crer que num futuro muito próximo, estas diferenças vão se tornar mínimas, apenas notadas por quem se dedica por completo a este instrumento.
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